Esmalte laranja, all star florescente.
Sorriso na cara contagia a gente.
Feliz ou não, não vem ao caso.
Inverno ou sol?Chuvas de março
Abril, Maio, Junho reclama pouco.
Festa Julina! Ah, a de Agosto!
Será que eu estou mesmo aqui?
Tem alguém me vigiando?
Esmalte vermelho, vermelho intenso.
Desejo de tudo um pouco e ao mesmo tempo
Chinelo de dedo lembra verão
Praia, férias e coração.
Coração leve, realizado.
Mais um ano passou...
Andando, correndo,
Voando ou arrastado?
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Vícios e Virtudes
‘‘Às vezes faço o que quero
E às vezes faço o que tenho que fazer
Às vezes faço o que quero
E às vezes faço o que tenho que fazer’’
Descobri que sou impaciente também, é também(tenho muitas ‘qualidades’) arrumei mais essa característica pra minha lista. Ainda descobri que se estou feliz e está tudo 100% certo o que é quase impossível#drama, eu não consigo escrever no blog. Ah então estive feliz até hoje porque faz tempo que não escrevo aqui!!! NÃO, NADA DISSO, estive sem tempo!
Já falei de paciência aqui, uma das qualidades mais invejadas, mais cobiçadas e as mais difíceis de encontrar. Ser paciente... A Paciência é uma virtude, pra poucos( e eu não me encaixo nesses poucos) aliás, depende, assim como tudo nesta vida depende do ponto de vista, da situação em que você se encontra, do que você considera paciência ou a falta de. Não tenho paciência com as pessoas ou com o que elas fazem (não todas, algumas) às vezes me acho paciente demais e acabo perdendo a paciência por ser paciente (confuso confesso).
Não é bom só ouvir, concordar com tudo e não expor o que você tem a dizer, ser paciente não é isso. É como ser educado, você diz o que quer, com classe hahaha.
~> HAJA PACIÊNCIA, SENHOR!!!
#com as pessoas.
#comigo mesma.
#com esse mundo desonesto e injusto que a gente vive.
"A paciência serve de proteção contra injustiças como as roupas contra o frio. Se você veste mais roupas com o aumento do frio, este não terá nenhum poder para feri-lo. De forma idêntica você deve crescer em paciência quando se encontra em grandes dificuldades e elas serão impotentes para atormentar a sua mente." (Leonardo da Vinci)
"Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência."
(Carlos Drummond de Andrade)
‘‘Às vezes faço o que quero
E às vezes faço o que tenho que fazer
Às vezes faço o que quero
E às vezes faço o que tenho que fazer’’
Descobri que sou impaciente também, é também(tenho muitas ‘qualidades’) arrumei mais essa característica pra minha lista. Ainda descobri que se estou feliz e está tudo 100% certo o que é quase impossível#drama, eu não consigo escrever no blog. Ah então estive feliz até hoje porque faz tempo que não escrevo aqui!!! NÃO, NADA DISSO, estive sem tempo!
Já falei de paciência aqui, uma das qualidades mais invejadas, mais cobiçadas e as mais difíceis de encontrar. Ser paciente... A Paciência é uma virtude, pra poucos( e eu não me encaixo nesses poucos) aliás, depende, assim como tudo nesta vida depende do ponto de vista, da situação em que você se encontra, do que você considera paciência ou a falta de. Não tenho paciência com as pessoas ou com o que elas fazem (não todas, algumas) às vezes me acho paciente demais e acabo perdendo a paciência por ser paciente (confuso confesso).
Não é bom só ouvir, concordar com tudo e não expor o que você tem a dizer, ser paciente não é isso. É como ser educado, você diz o que quer, com classe hahaha.
~> HAJA PACIÊNCIA, SENHOR!!!
#com as pessoas.
#comigo mesma.
#com esse mundo desonesto e injusto que a gente vive.
"A paciência serve de proteção contra injustiças como as roupas contra o frio. Se você veste mais roupas com o aumento do frio, este não terá nenhum poder para feri-lo. De forma idêntica você deve crescer em paciência quando se encontra em grandes dificuldades e elas serão impotentes para atormentar a sua mente." (Leonardo da Vinci)
"Não é fácil ter paciência diante dos que têm excesso de paciência."
(Carlos Drummond de Andrade)
sábado, 4 de setembro de 2010

Era uma menina que gostava de inventar uma explicação para cada coisa.
Explicação é uma frase que se acha mais importante do que a palavra.
As pessoas até se irritavam, irritação é um alarme de carro que dispara bem no meio de seu peito, com aquela menina explicando o tempo todo o que a população inteira já sabia. Quando ela se dava conta, todo mundo tinha ido embora. Então ela ficava lá, explicando, sozinha.
Solidão é uma ilha com saudade de barco.
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança pra acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixa" é pouco.
Pouco é menos da metade.
Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.
Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Agonia é quando o maestro de você se perde completamente. Preocupação é uma cola que não deixa o que não aconteceu ainda sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Renúncia é um não que não queria ser ele.
Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.
Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente. Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.
Ansiedade é quando faltam cinco minutos sempre para o que quer que seja.
Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada especialmente.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é fevereiro.
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.
Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
Perdão é quando o Natal acontece em maio, por exemplo.
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.
Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.
Desatino é um desataque de prudência.
Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Emoção é um tango que ainda não foi feito.
Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Desejo é uma boca com sede.
Paixão é quando apesar da placa "perigo" o desejo vai e entra.
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não. Amor é um exagero... Também não. É um desadoro... Uma batelada? Um enxame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor ela não sabia explicar, a menina.
Mania de Explicação – Adriana Falcão
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
ponto&vírgula ;
Quintas feiras são tensas e intensas sempre?
#pramimsãosim!
A gente sempre pergunta e nunca está satisfeito com a resposta.
ps:.quero meu livro verde de voltaaaaaaaaaa! :/
''Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?
Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é jesus cristo?
Onde estão meus primos?''
_oitoanos(ADRIANA PARTIMPIM)
#pramimsãosim!
A gente sempre pergunta e nunca está satisfeito com a resposta.
ps:.quero meu livro verde de voltaaaaaaaaaa! :/
''Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?
Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é jesus cristo?
Onde estão meus primos?''
_oitoanos(ADRIANA PARTIMPIM)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
voltando...
voltando mais ou menos, aos poucos.
Estou péssima! Por que? simplesmente porque é horrível esquecer(sabe aquele branco)o que você passou a noite toda pensando ou sonhando em escrever no blog.Na verdade eu não sei bem se sonhei com uma música, uma frase, mas eu ia colocar aqui! CAAAAAAARA, é péssimo, eu quero, preciso lembrar!
será que alguém ainda passa por aqui? #duvidacruel
Estou péssima! Por que? simplesmente porque é horrível esquecer(sabe aquele branco)o que você passou a noite toda pensando ou sonhando em escrever no blog.Na verdade eu não sei bem se sonhei com uma música, uma frase, mas eu ia colocar aqui! CAAAAAAARA, é péssimo, eu quero, preciso lembrar!
será que alguém ainda passa por aqui? #duvidacruel
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
ô sexta feira! :/
Hoje tá TENSO por aqui. Estou super desanimada, culpa da GRIPE chata que me pegou desprevinida!
sniff nem pra escrever no bloguinho tô tendo ânimo...
Só o Kyle ( http://www.youtube.com/watch?v=1Mtz_0HSFRA&feature=related ) mesmo pra
me dá uma moral :)
.
a gente para pra pensar na vida, mas será que ela para pra pensar na gente?
sniff nem pra escrever no bloguinho tô tendo ânimo...
Só o Kyle ( http://www.youtube.com/watch?v=1Mtz_0HSFRA&feature=related ) mesmo pra
me dá uma moral :)
.
a gente para pra pensar na vida, mas será que ela para pra pensar na gente?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Entrevista com mijão

O carnaval acabou, mas a polêmica continua. Poucos banheiros públicos e muito xixi na rua.
A entrevista abaixo, portanto, é uma síntese do mijão coletivo.
— Boa tarde. Não pude deixar de notar que
o senhor está mijando na rua.
— Pode me chamar de você.
— Eu o abordei enquanto urinava. O
tratamento formal é mais cabível, para
evitar mal-entendidos.
— Você que sabe.
— Então, por que o senhor mija na rua?
— “Mija” é tratamento formal?
— Não fuja do assunto. Por quê?
— Eu mi-jo porque qui-jo.
— Seja mais específico.
— Mijo porque sinto vontade. No sentido
de necessidade.
— E os banheiros das redondezas?
— Que banheiros?
— Não há banheiro público, mas vejo
botecos, pés-sujos, restaurantes e até uma
birosca...
— Tá me estranhando?
— “Birosca”.
— Já sentiu o cheiro desses banheiros?
— Sim. É Parecido com o cheiro desse
muro aqui onde todo mundo mija às vistas
do público, dia e noite, com a sua
colaboração.
— Você, que é jornalista, nunca mijou na
rua?
— Nunca.
— Fala sério.
— Umas duas vezes, no período
universitário, umas três em areia de praia,
umas cinco no Maracanã. Mas me
arrependi. Não fiz disso um hábito.
— Pois eu fiz.
— E vai ficar por isso mesmo?
— Que é? Vai me algemar? Jornalista agora
carrega algema?
— Não, só estou querendo entender. O
problema é só com a falta de banheiros
públicos e cheirosos?
— Não, claro que não. A coisa vai além.
Muito além desse muro.
— Haja esguicho...
— O mijo na rua, veja bem, é um discurso.
— Posso então concluir que vosso pinto é
uma metáfora da vossa pessoa.
— De certa forma, sim. Se minha voz não
é ouvida pelos podres poderes, passo a
palavra ao peru, com sua dialética porca.
Não à toa, o senhor veio me entrevistar:
minha conduta chamou a atenção e as
demandas aqui do meu canal estão
sendo consideradas por um canal
midiático.
— Mas quais são as suas demandas, afinal
de contas?
— Que alguém pague as minhas contas.
— Só isso?
— Que não deixem me darem sumiço.
— O senhor está sendo perseguido?
— Por uma viúva e um bandido.
— Não há de ser nada.
— Dizem que meu filho não é espada.
— Se preocupar com isso é preconceito.
— Meu currículo não foi aceito.
— O senhor ainda terá um emprego.
— Faz tempo que não sei o que é um
aconchego.
— O senhor há de convir que aconchegar
um “mijão de rua” não é exatamente o
sonho das melhores moças...
— Eu mijo sim, mijo às poças!
— Bom, acho que voltamos ao nosso
assunto.
— Afinal de contas, o que é que você quer
saber? Não há grande mistério numa
mijada de rua. Ela é, e pronto. E foi. E será.
— Não nas ruas de Paris.
— Estamos mais perto da Praça Paris.
— Qual a real diferença, em termos de uma
postura cívica?
— O mijo na rua tem raízes históricas. A
gente é arrancado da África, das aldeias
amazônicas, vem trabalhar pros
portugueses, então vem aquele banzo, a
gente bebe cerveja do barril e sai mijando
no primeiro canteiro.
— Os portugueses? E você acha que aquela
turma que eles mandaram pra cá não tinha
banzo de Lisboa e não bebia?
— Os portugueses também eram, e são,
uns mijões. E os italianos, os japoneses, os
mouros, os judeus, tutto mijão.
— Por que na Europa e nos Estados Unidos
é diferente?
— Muito frio pra botar o pinto pra fora. E o
pinto murcha. A bexiga congela.
— Voltando à superfície, mais banheiros
públicos, então, não resolveriam a
situação?
— Vá lá saber? Eu falo por mim, e meu falo
fala pela minha fala. Pra saber mesmo, vai
ter que entrevistar uns três mil mijões,
tendo em conta amostragens
geo-socio-econométricas.
— Se eu for fazer isso, acordo presunto
antes de chegar ao décimo entrevistado.
— Contrata uma galera especializada. Um
exército de “manjadores” cadastrados.
— Isso é lá uma ideia.
— Viu como começo a me fazer ouvir?
— Não vá se acostumando.
— Não. Vou mijando.
— E eu vou-me já.
(Texto de Arnaldo Bloch)
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